O silêncio é um óptimo refúgio e uma pausa na verbalização daquilo que por vezes parece indizível. Mas será só isso?
As palavras não chegam para expressar o que sentimos e há tanta coisa indizível e tantos pensamentos que não nos atrevemos a verbalizar, até porque a palavra dita transforma-se numa profecia auto-cumprida ou porque torna irreversível o sentimento que provoca no outro, quer seja em alguém muito próximo ou tão somente um colaborador.
Já não chegam as palavras! Não é só porque estão gastas, mas porque as tememos.
E é de palavras e de silêncios que trata o coaching: uma viagem pelas palavras, pela capacidade de verbalizar, aprender a expressar a nossa vontade, prestando contas a nós próprios e a quem temos que prestar contas, assertivamente, aprendendo que o silêncio é importante na senda da palavra certa para verbalizar o que queremos e que vamos construir.  E o silêncio é preciso como espaço de reflexão e de procura.
Coaching é posicionarmo-nos para determinados comportamentos que nos levam a resultados desejados, equacionados, mas que nunca alcançamos porque não nos posicionamos para isso e porque não soubemos procurar quem nos ajudasse a alcançá-lo. Coaching é ser responsável e prestar contas sobre aquilo que se é, se faz e pelos nossos resultados. Coaching implica aceitar que a mudança é parte integrante do crescimento e da vida.
Se os nossos objectivos influenciam os nossos comportamentos, são as suas consequências que influenciam futuros comportamentos e os nossos objectivos têm que ser verbalizados e escritos. Escrever cristaliza o pensamento e ajuda-nos a reflectir, a escolher, posicionando-nos para determinados comportamentos.
Se a velha frase “comportamento gera comportamento”, dita quase sempre em contexto negativo ou potencialmente danoso, está banalizada, a verdade é que são os nossos comportamentos que nos vão fazer alcançar os nossos objectivos, gerando novos comportamentos adequados às escolhas que fazemos.
Planos de acção são fruto do planeamento que gerou um plano, que preconiza um conjunto de ações a serem executadas de acordo com um cronograma. Se nos ficarmos pelo planeamento e por um plano bem delineado, vamos ficar imobilizados onde temos estado, com um documento cuidadosamente elaborado e documentado, mas só isso; pronto a ser arquivado, pois só comportamentos bem definidos nos levam a acção, conducentes aos resultados que nos propomos alcançar.

Mais fácil dito do que feito? Sem dúvida, mas se não se sente suficientemente forte e decidido para o fazer sozinho, pode sempre pedir ajuda. Se não mudar, vai congelar onde está!

E se o silêncio é o início de uma longa conversa, já não chegam as palavras ditas, nem escritas: é preciso passar à acção!

 

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