Como estamos num mundo cada vez mais globalizado, cada vez mais digital, com processos e sistemas cada vez mais otimizados e automatizados, o foco de um gestor que lidera a sua equipa por vezes está maioritariamente na parte racional e lógica. Estamos treinados para resolver problemas.

Saber gerir emoções requer treino, requer técnica, requer esforço e tempo por parte do gestor ou líder de equipa.

Existem claramente diferenças significativas entre homens e mulheres no que toca à gestão de emoções, gestão de frustração e gestão de stress. Enquanto que o “homem” consegue separar os diversos assuntos em “caixas”, ou situações independentes, a “mulher” tem a tendência de conectar tudo com tudo como se de uma web de “emoções e energia” se tratasse. Ele trata de assunto por assunto, abrir, fechando e arrumando caixa a caixa, enquanto que ela conecta todos os assuntos, dizendo que está a fazer multi-tasking. E por um lado é verdade, está tudo conectado por emoções e memórias. Ainda por cima, ele tem uma caixa especial, a caixa “vazia”, ou seja, ele consegue estar a pescar sem pensar em rigorosamente nada. Enfim, sei que é uma tipificação e que há exceções, mas falo por mim, e pessoalmente sei que tenho a caixa “vazia” e uso-a.

Não deixe de ver o vídeo seguinte em que são exploradas as diferenças entre homem e mulher.

https://www.youtube.com/watch?v=3XjUFYxSxDk&feature=youtu.be
gerir emoções_2

 

 

Ou seja, homens e mulheres lidam com emoções de formas distintas, e por isso, é preciso saber interpretar as emoções em equipas de trabalho. Eis algumas dicas e boas práticas no dia a dia de um gestor:

  1. Não deixe ninguém da sua equipa acumular emoções ou frustrações. É um preciso enfrentar a situação, idealmente num ambiente 1 para 1, perguntando: “Vá, diz-me, o que te vai na alma?” (ou algo assim).
  2. É preciso enfrentar a situação, e quando do outro lado não há vontade de verbalizar a frustração, basta dar o exemplo, e liderar a partilha, contar uma história de frustração. E partilhar a solução ou sentimento de conquista posterior.
  3. É preciso perguntar frequentemente à equipa, numa base 1 para 1, o que “sente” relativamente a uma dificuldade, desafio, e também quando há conquistas e aprendizagens.

Liderar uma equipa é saber “ler” as pessoas, e só conseguimos ler as pessoas, se soubermos e entendermos as emoções que estão a acontecer.

“If you do not understand People, you do not understand Business!” – Simon Sinek

Se achar que este artigo é uma mais valia para si não deixe de fazer um inquérito para perceber se a sua equipa está comprometida e motivada:

http://www.engageandgrow.pt/inquerito-gratuito/

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