Como business coach é comum deparar-me com empresários que se sentem pressionados pelo seu negócio seja porque estão com dificuldades em controlar o dinheiro, sem tempo para tudo o que têm para fazer, sem encontrar a equipa certa, ou com dificuldades em cumprir os prazos de entrega esperados ou definidos. Revê-se aqui? Parabéns. Já é meio caminho para o sucesso!

Mas porque é que alguém há de afirmar uma coisa destas?

Durante o nosso crescimento nós passamos por quatro estágios essenciais ao nosso desenvolvimento e quem tem crianças como eu, facilmente se apercebe disto.

Olhemos para um bebé de 1 mês. Este bebé encontra-se num estado de inconsciente incompetência face ao caminhar. Ele não pensa em caminhar. Ele não quer caminhar. Na realidade ele nem sabe que tem o potencial de o vir a fazer!

Certamente recorda que com 3 ou 5 anos nem pensava em conduzir um carro a sério. Tal como no caso do bebé, não sentia qualquer pressão para agir.

Agora pensemos novamente no bebé que com 6 meses quer ir para todo o lado e frustra-se perante a sua incapacidade de andar. Nesta altura já se pode sentar mas quando pensa em ir buscar qualquer coisa limita-se a cair ou atirar-se. Pois esta é a fase da consciente incompetência. Sabe o que quer fazer mas não consegue, ainda não sabe como fazê-lo.

No exemplo da condução basta que se lembre dos seus tempos de juventude em que queria conduzir o carro mas ainda não sabia como. Nesta fase instala-se a pressão. É necessário tomar alguma acção. Tem de arranjar forma de adquirir as competências, procurar as pessoas certas para puxarem por si e arranjar forma de aprender a fazer.

Quem recorda os primeiros passos dos seus filhos? Este é um marco importantíssimo na vida de uma família. É momento de celebrar. O empenho, a tentativa-erro, o esforço e a frustração exercida pela pressão deram os seus frutos. Quem não celebrou ou não partilhou com as pessoas mais próximas o sucesso de tirar a carta? Este momento é de consciente competência mas desengane-se quem pensa que a pressão desapareceu… Se não treinarmos as novas competências, a aprendizagem perde-se. Vamos pensar na condução. Lembra-se como andava com cuidado e prestava atenção a todos os pormenores à sua volta para não correr o risco de ter um acidente ou uma multa? Este estágio caracteriza-se pela atenção redobrada para evitar erros e pela procura de melhoria.

E hoje, em que estado está face ao caminhar? E ao conduzir? Tem de pensar como fazer para andar? Pensa em todos os pormenores quando agarra no carro? Claro que não! Para estas aprendizagens entrou num estado de inconsciente competência. Porque sabe fazer nem pensa mais nisso. A maioria de nós não procura melhorar estas competências. São suficientes e estamos confortáveis. Mas existe quem procure mais. Olhe para o caso dos atletas. Eles querem ser os melhores e para que isso aconteça recorrem a treinadores que puxam por si e pelos seus limites todos os dias.

Agora pense na sua empresa. Em que estado é que ela está? Como quer que ela esteja?

Sente pressão? Perfeito. É altura de agir e crescer!

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